terça-feira, 1 de outubro de 2013

Sexualidade dos Portugueses...INQUÉRITO



Inquérito sobre 


a sexualidade 

dos portugueses 


apresentado em encontro científico

artigo SPSC b8993Oeiras vai receber o Encontro da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica no dia 5 de outubro. 

O evento vai acolher a apresentação do inquérito sobre a sexualidade dos portugueses 

"Comportamentos Sexuais e a infeção HIV/Sida" de Pedro Moura Ferreira (Instituto Ciências Sociais), Sofia Aboim (Instituto Ciências Sociais), e Duarte Vilar (Associação para o Planeamento da Família).

A Organização Mundial da Saúde considera a saúde sexual como uma componente fundamental da saúde geral dos indivíduos e é pela sua defesa e promoção que a Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica (SPSC) se tem mobilizado desde a sua fundação em 1985. 

Neste sentido, a SPSC propôs aos autores do mais recente levantamento feito em Portugal sobre o comportamento sexual dos portugueses que apresentassem os resultados do inquérito.

A investigação incidiu no impacto que a infeção do HIV/Sida exerce nos comportamentos sexuais, mas também em aspetos sociais e culturais da sexualidade dos portugueses (práticas, representações, atitudes, identidades) relacionando a sexualidade e o bem-estar.

Alerta para o perigo de conduzir com sono





Campanha alerta 


para o perigo de conduzir com sono

artigo sono 119ee bb8de"Se conduzir não dê boleia ao sono" 

é o nome de uma campanha que pretende alertar para os perigos da sonolência ao volante, sobretudo os condutores profissionais. 

Arranca dia 3 de outubro no Porto, com a partida do Wake Up Bus.

 Este autocarro, após passar por Lisboa, vai percorrer a Europa com destino a Bruxelas, parando em 11 cidades dos 15 países que aderiram à iniciativa.

O projeto e a sua coordenação é da presidente da Associação Portuguesa de Sono (APS), psiquiatra e especialista em doenças do sono, Marta Gonçalves, em cooperação com a Sociedade Europeia do Sono (European Sleep Research Society).

No local da partida vai ser montada uma tenda com um simulador de capotamento, para todos os interessados experimentarem uma das consequências de adormecer ao volante. 

O simulador tem também como objetivo ajudar a preparar as pessoas para se "defenderem" de uma situação dessas. 
Em simultâneo vão decorrer rastreios para avaliar o grau de sonolência excessiva e o risco de sofrer de apneia do sono.

Na chegada a Lisboa, no mesmo dia, vão também decorrer rastreios na Praça do Rossio e distribuição de informação.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

CEFALEIA

Cefaleias motivam 40-50% das consultas neurológicas

artigo PX007029 33d54
A cefaleia é, de acordo com Isabel Luzeiro, neurologista do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e presidente da Sociedade Portuguesa de Cefaleias, uma das queixas mais frequentes na prática clínica, correspondendo a 40-50% de todas as consultas neurológicas. A especialista explica que a cefaleia é definida como "qualquer dor ou sensação desagradável localizada no crânio ou face".


"São inúmeros os tipos de cefaleias que estão caracterizados na Classificação Internacional de Cefaleias (ICHD-3)", refere, avançando que a classificação surgiu da "necessidade de uniformizar critérios e contempla 14 grandes grupos, todos eles com vários subgrupos".

De acordo com Isabel Luzeiro, as cefaleias podem ser primárias ou secundárias. "As cefaleias primárias têm início habitualmente na infância, na adolescência ou no início da vida adulta", indica, adiantando que são exemplo deste tipo de cefaleias a enxaqueca, as cefaleias de tensão, a hemicrania paroxística e o "cluster".

Quanto às cefaleias secundárias, a especialista afirma que podem ser o único ou um de vários sintomas de uma diversidade de patologias, como doenças vasculares cerebrais, doenças sistémicas, iatrogenia, secundárias a traumatismo encefálico e/ou cervical, infeções, entre outras.


Como diferenciar os diferentes tipos de cefaleia?

Isabel Luzeiro refere que a cefaleia de tensão é a mais frequente das cefaleias primárias – 62,5% na forma pura, mais 12,1% nas formas combinadas com outros tipos de cefaleias (Pereira Monteiro, 1995) – e é muitas vezes associada à sensação de peso. "É frequentemente bilateral, de localização frontal ou occipital, habitualmente sem os outros fenómenos acompanhantes descritos na enxaqueca", menciona.

A enxaqueca é o segundo tipo de cefaleias primárias mais comuns. Caracteriza-se por "uma cefaleia crónica, habitualmente com episódios autolimitados no tempo, mas recorrente". Segundo a neurologista, tipicamente, tem localização unilateral, caráter pulsátil, intensidade moderada ou severa, associação a náuseas e/ou vómitos, fono e fotofobia.

As cefaleias trigemino-autómicas incluem o cluster (cefaleia em salvas), a cefaleia hemicrania episódica, crónica e paroxística, o SUNCT (cefaleia de curta duração, unilateral, nevralgiforme, com injeção conjuntival e lacrimejo), e o SUNA (cefaleia de curta duração, unilateral, nevralgiforme, com sintomas autonómicos cranianos). Neste tipo de cefaleias, é necessária a exclusão de lesão estrutural subjacente.

A hemorragia subaracnoideia (HSA) é uma das causas das cefaleias secundárias. Segundo Isabel Luzeiro, "a dor é tipicamente de início súbito, severa e atingindo o máximo de intensidade em minutos". É o motivo mais comum de cefaleia intensa de início súbito e a mortalidade ronda os 40-50%.

A neurologista realça ainda as cefaleias associadas a infeção, hipertensão arterial – TA sistólica (> 160mm Hg) e/ou diastólica (> 120 mm Hg) --, arterite de células gigantes, apneia do sono e a toma excessiva e regular de medicação sintomática para a dor de cabeça (mais de 10 ou mais de 15 dias por mês, consoante a medicação), durante mais de três meses.


12% da população portuguesa sofre de enxaqueca

Em Portugal, a prevalência da enxaqueca atinge 12%. Segundo Isabel Luzeiro, a enxaqueca está associada a dor, incapacidade, impacto pessoal e social, interferência negativa na qualidade de vida e custos financeiros. "Trata-se da 3.ª doença mais prevalente e da 7.ª mais incapacitante, no mundo." (Global Burden Of Disease Survey 2010). Em termos de custos, a neurologista indica que a enxaqueca é a 9.ª doença neurológica cerebral e a 3.ª na mulher (OMS).
"Embora, habitualmente, o diagnóstico não seja difícil, é necessária a existência de cinco episódios de enxaqueca sem aura e de dois episódios de enxaqueca com aura para se colocar o diagnóstico definitivo."

Mais raramente, a neurologista refere que ocorre a designada enxaqueca crónica, ou seja, quando ocorre cefaleia durante 15 ou mais dias por mês, e pelo menos em oito dias, a dor tem característica de enxaqueca. "A utilização de um 'diário' para o registo da dor é fundamental para um diagnóstico correto", salienta.

Quanto à terapêutica, deverá integrar o tratamento não farmacológico (evicção de fatores desencadeantes), o tratamento das crises e, se necessário, o tratamento profilático. No caso da terapêutica abortiva ou tratamento da crise, Isabel Luzeiro refere que se poderão usar duas metodologias: tratamento estratificado ou escalonado.

Texto original publicado no Jornal Médico, N.º 6, setembro 2013

Soutiens para mulheres operadas ao cancro da mama

Soutiens para mulheres 


operadas 


ao cancro da mama 


disponíveis na Women'secret

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A Salud de la Mujer Dexeus, especialista na saúde da mulher e com experiência no tratamento do cancro da mama, e a Women'secret, marca de roupa interior e de dormir, uniram esforços e criaram uma coleção adequada, moderna e atraente para as mulheres submetidas a mastectomia, devido ao cancro da mama ou que estão a receber tratamento de radioterapia.

A coleção Special Post-Surgery Bras da Women'secret, disponível nas lojas desde 26 de setembro, é composta por três modelos de soutiens de diferentes cores e tecidos (algodão, microfibra e renda). 
Incorporam um forro para colocar a prótese externa de silicone, que se usa antes da reconstrução da mama. 

Também têm alças mais largas para melhor apoiar o peito e, por conseguinte, a prótese externa. 

Caracterizam-se ainda por não terem costuras nem aros, de modo a proteger a zona da axila e o peito que foi operado e pode estar a ser submetido a radioterapia.

A Women'secret é uma marca solidária que colabora com diversas causas sociais relacionadas com temas importantes para a mulher. 

Com esta iniciativa, que coincide com seu 20º aniversário, assume um compromisso que vai além da aparência física e dá um passo em frente nos seus esforços para apoiar a mulher na sua luta contra o cancro, contribuindo para tornar o seu dia a dia mais fácil.

O cancro da mama é o tumor mais comum entre as mulheres, e é cada vez mais diagnosticado em pacientes mais jovens: 15% dos casos são detetados em mulheres com menos de 40 anos, mulheres na sua plenitude, mães, esposas e profissionais ativas. Os tratamentos atualmente existentes, como a mastectomia, têm uma taxa de sucesso de mais de 90%.

30% das crianças têm desordens motoras

30% das crianças têm desordens motoras

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Uma investigação realizada para perceber o efeito da preferência manual, do sexo e da idade na coordenação motora e na assimetria motora funcional indica que um quarto das crianças destras analisadas (25,3%) padece de desordens de coordenação do desenvolvimento (DCD) que se revela ainda mais entre as canhotas (36,1 por cento).

O estudo, realizado pela investigadora em motricidade humana Cidália Freitas, envolveu 319 crianças dos quatros aos 12 anos, em escolas da área metropolitana do Porto, conclui que é preocupante a percentagem de crianças que apresentam uma coordenação motora abaixo do esperado para a sua idade.


As crianças com DCD tendem a ser sedentárias e obesas, apresentam geralmente uma baixa autoestima e competência social, bem como ansiedade, depressão e problemas socio afetivos. 

Os resultados indicam também uma necessidade urgente de intervenção social e educativa no sentido de orientar os menores para o desenvolvimento das suas capacidades coordenativas. 

As conclusões demonstram ainda que as crianças destras têm melhor desempenho na destreza manual que os esquerdinas, mas menor simetria motora funcional. 

As crianças do sexo feminino têm mais destreza manual e os rapazes melhores desempenhos nas habilidades com bola.

O estudo evidencia também que as crianças destrímanas apresentam uma maior assimetria motora funcional, sendo esta assimetria mais acentuada nas idades mais avançadas. 

As destras revelam melhor desempenho com a sua mão preferida na destreza manual e nas habilidades com bola. 

Porém, as canhotas são mais eficientes com a sua mão não preferida na destreza manual. 

Já o desempenho motor é mais simétrico nas crianças esquerdinas, um facto justificado com a adaptação a um "mundo destro".

O estudo foi apresentado pela autora no âmbito do Science Café, debate mensal promovido por Guimarães Cidade Europeia do Desporto 2013.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Alzheimer - diagnóstico precoce





Alzheimer 


Portugal indica sinais de alerta 


para diagnóstico precoce

artigo alzheimer e5ae7Nem sempre é fácil distinguir os sinais de alerta da doença de Alzheimer das características normais do envelhecimento. 

Não saber em que estação do ano se está, por exemplo, é indicador de demência, mas ficar confuso sobre o dia da semana é característico do envelhecimento. Por este motivo, a Alzheimer Portugal adaptou da Alzheimer Australia 10 sinais de alerta.



"No começo são os pequenos esquecimentos, normalmente aceites pelos familiares como parte do processo normal de envelhecimento, que se vão agravando gradualmente.
 As pessoas com doença de Alzheimer tornam-se confusas, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta e acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmas quando colocadas frente a um espelho", refere a associação no site.

A evolução da doença implica que a pessoa passe a depender de terceiros, devido às dificuldades de locomoção, de comunicação e de realização de tarefas do dia-a-dia como higiene diária ou alimentação.

Apesar de parecer simples, nem sempre é fácil identificar as diferenças entre o envelhecimento natural e uma patologia deste género. "A perda de memória é uma característica natural do envelhecimento. Mas quando a perda de memória começa a perturbar a vida quotidiana da pessoa, já não estamos a falar de algo natural, mas sim daquilo que poderá ser um sintoma de demência", informa a Alzheimer Portugal.

Eis os 10 sinais de alerta da doença de Alzheimer:

1 – Perda de Memória

Um dos sinais mais comuns da doença de Alzheimer, especialmente nas fases iniciais, é o esquecimento de informações recentes. Outros exemplos incluem o esquecimento de datas importantes ou eventos, repetir a mesma pergunta várias vezes, usar auxiliares de memória (por exemplo, notas, lembretes ou dispositivos eletrónicos) ou mesmo membros da família para as coisas que habitualmente se lembrava por si mesmo.
O que é normal?
Às vezes, esquecer-se de nomes ou palavras, mas recordá-los posteriormente.

2 – Dificuldade em planear ou resolver problemas

Algumas pessoas podem perder as suas capacidades de desenvolver e seguir um plano de trabalho ou trabalhar com números. Podem ter dificuldade em seguir uma receita familiar ou gerir as suas contas mensais. Podem ter muitas dificuldades de concentração e levar muito mais tempo para fazer coisas que habitualmente faziam de forma mais rápida.
O que é normal?
Cometer erros ocasionais, por exemplo a passar um cheque.

3 – Dificuldade em executar tarefas familiares

Pessoas com doença de Alzheimer podem ter dificuldades em executar diversas tarefas diárias. Podem ter dificuldades em conduzir até um local que já conhecem, gerir um orçamento de trabalho ou em lembrar-se das regras do seu jogo favorito. A pessoa com doença de Alzheimer pode ser incapaz de preparar qualquer parte de uma refeição, ou esquecer-se de que já comeu.
O que é normal?
Às vezes precisar de ajuda para gravar um programa de televisão ou deixar as batatas no forno e só se lembrar de as servir no final da refeição.

4 – Perda da noção de tempo e desorientação

As pessoas com doença de Alzheimer podem perder a noção de datas, estações do ano e da passagem do tempo. Podem ter dificuldades em entender alguma coisa, que não esteja a acontecer naquele preciso momento. Às vezes podem até esquecer-se de onde estão ou como chegaram até lá.
O que é normal?
Ficar confuso sobre o dia da semana em que se encontra, mas lembrar-se mais tarde.

5 – Dificuldade em perceber imagens visuais e relações especiais

Para algumas pessoas, ter problemas de visão pode ser um sinal de doença de Alzheimer. Podem ter dificuldades de leitura, dificuldades em calcular distâncias e determinar uma cor ou o contraste. Em termos de perceção, a pessoa pode passar por um espelho e achar que é outra pessoa, não reconhecendo a sua imagem refletida no espelho.
O que é normal?
Ter problemas de visão devido a cataratas.

6 – Problemas de linguagem

As pessoas com doença de Alzheimer podem ter dificuldades em acompanhar ou inserir-se numa conversa. Podem parar a meio da conversa e não saber como continuar ou repetir várias vezes a mesma coisa. Podem ter dificuldades em encontrar palavras adequadas para se expressarem ou dar nomes errados às coisas.
O que é normal?
Às vezes ter dificuldade em encontrar a palavra certa para dizer alguma coisa.

7 – Trocar o lugar das coisas

As pessoas com doença de Alzheimer podem colocar as coisas em lugares desadequados. Podem perder os seus objetos e não serem capazes de voltar atrás no tempo para se lembrarem de quando ou onde o usaram. Às vezes, podem até acusar os outros de lhes roubar as suas coisas.
O que é normal?
Perder coisas de vez em quando, como não saber onde estão os óculos ou o comando da televisão.

8 – Discernimento fraco ou diminuído

As pessoas com doença de Alzheimer podem sofrer alterações na capacidade de julgamento ou tomada de decisão. Por exemplo, podem não ser capazes de perceber quando os estão claramente a enganar e ceder a pedidos de dinheiro, podem vestir-se desadequadamente ou mesmo não não ir logo ao médico quando têm uma infeção, pois não reconhecem a infeção como algo problemático.
O que é normal?
Tomar uma decisão errada de vez em quando.

9 – Afastamento do trabalho e da vida social

As pessoas com doença de Alzheimer podem começar a abandonar os seus hobbies, atividades sociais, projetos de trabalho ou desportos favoritos. Podem começar a demonstrar dificuldade em assistir a um jogo do seu clube até ao fim, como faziam antes, ou podem esquecer-se de acabar alguma atividade que começaram.
O que é normal?
Às vezes, sentir-se cansado do trabalho, da família, ou não lhe apetecer sair.

10 – Alterações de humor e personalidade

O humor e a personalidade das pessoas com doença de Alzheimer pode alterar-se. Podem tornar-se confusos, desconfiados, deprimidos, com medo ou ansiosos. Podem começar a irritar-se com facilidade em casa, no trabalho, com os amigos ou em locais onde eles se sintam fora da sua zona de conforto. Alguém com a doença de Alzheimer pode apresentar súbitas alterações de humor – da serenidade ao choro ou à angústia – sem que haja qualquer razão para tal facto.
O que é normal?
Desenvolver formas muito específicas de fazer as coisas e irritar-se quando a sua rotina é interrompida.

Alerta para jovens: alcool e tabaco...em excesso...

Video alerta para consumo de tabacoe 


alcool em excesso

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Alertar os mais jovens para os perigos do consumo excessivo do álcool e do tabaco. 

Eis o objetivo de um vídeo produzido pelo Grupo de Estudos do Cancro de Cabeça e Pescoço (GECCP), com o apoio do Grupo Jerónimo Martins, que será divulgado em sessões de esclarecimento nas escolas secundárias.


As sessões de esclarecimento contam com a presença de um profissional de saúde e doentes em recuperação e vão decorrer em várias escolas secundárias do país, sendo a primeira a Escola Secundária Maria Amália Vaz, Lisboa, no dia 26 de setembro. 

Estas sessões visam chegar aos estudantes do 11º e 12º ano, entre os 15 e os 18 anos, e dar-lhes a conhecer os fatores de risco, os sintomas e formas de prevenção.

"O consumo de tabaco aliado ao consumo exagerado de álcool resulta numa associação potenciadora de um maior risco, que pode ter repercussões graves no futuro. 

As relações sexuais não protegidas e com vários parceiros aumentam a probabilidade de contrair o HPV, que está diretamente ligado ao cancro oral e da garganta. Infelizmente temos cada vez mais jovens afetados por esta doença": 

explica Mariluz Martins, médica do Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do IPO Lisboa e membro do GECCP.